Memori@s

Ponto de comunicação e registros de neuronios inquietos

Sinopse: A historia da rede social Facebook.
Em uma noite de outono, em 2003, graduado em Harvard e gênio em programação de computadores, Mark Zuckerberg se senta em seu computador e acaloradamente começa a trabalhar em uma nova idéia. No furor dos blogs e programação, o que começa em seu quarto logo se torna uma rede social global e uma revolução na comunicação. Em apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Mark Zuckerberg é o mais jovem bilionário da história… Mas para este empresário, o sucesso traz complicações pessoais e legais.

O cenário é decadente. Possui um armazém abandonado e tem como vizinhos alguns depósitos e transportadoras. Mesmo assim, o preço do metro quadrado na região triplicou em três anos. Esta situação, aparentemente contraditória, é apenas um dos efeitos do chamado ‘boom imobiliário’ que há mais de três anos faz de Santos um canteiro de obras, transformando terrenos baldios em jóias raras do mercado imobiliário.
O local citado acima fica no Valongo e abrigará em breve cerca de seis mil petroleiros, espalhados na futura central de operações da Petrobrás – um complexo empresarial imponente de três torres. Só para a compra do terreno, que possui 25 mil metros quadrados, a companhia desembolsou R$ 15 milhões. Tanto investimento não é à toa. As recentes descobertas de petróleo no pré-sal emprestam à Região um papel estratégico no setor petroquímico brasileiro. A expectativa é que até 2014 os investimentos ultrapassem a casa dos R$ 5 bilhões.
Os números são eloquentes. De fato, estamos assistindo a uma grande valorização da região e a expectativa é que ela alcance (em tempo e dimensão) um desenvolvimento nunca visto antes. A questão que se impõe é: quem será beneficiado por esse crescimento? Até agora a “boa onda” ou “cenário positivo”, como repete a exaustão a grande mídia, estão restritos às megaconstrutoras e corretoras de imóveis. São elas as beneficiadas diretas pela valorização imobiliária de Santos. Para se ter uma idéia, o preço do metro quadrado no bairro Valongo pulou de, em média, R$ 500, em 2007, para R$ 1.500 neste ano. E no caso da nova sede da Petrobrás ainda não foi fixado um tijolo sequer no chão. Isso apenas reforça a natureza especulativa do mercado, que impõe à revelia da realidade social da região preços irreais e abusivos.
Exclusão SocialSe para os magnatas da construção civil “o mar está pra peixe”, o mesmo não se pode dizer em relação à maior parte dos moradores de Santos. Numa entrevista ao portal IG o representante do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci) na Baixada Santista, Carlos Ferreira, diagnosticou com precisão o efeito nocivo do boom imobiliário santista. “Santos vai se tornar uma cidade de ricos”.
Não é de hoje que Santos mudou sua cara. A verticalização não está apenas nos prédios de até 30 andares na orla da praia, mas sim em sua estrutura voltada exclusivamente às famílias com alto poder aquisitivo. A maior parte das corretoras restringiu seu campo de atuação à venda de unidades de luxo, com no mínimo três dormitórios. Programas como Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, praticamente não existem, uma vez que limitam o valor do imóvel em R$ 130 mil.
O resultado é a fuga crescente de famílias de média e baixa renda para municípios vizinhos, onde o custo de vida é menor. Casos de petroleiros que foram transferidos para Santos e não suportaram o custo de vida da cidade são cada vez mais frequentes. Alguns mantêm suas famílias na cidade de origem e moram em repúblicas; e há aqueles que usam como saída comprar um imóvel em São Vicente ou Praia Grande.
A elitização vivenciada pela cidade pode ser vista em ruas sofisticadas como a Azevedo Sodré, no Gonzaga, bairro onde o metro quadrado não sai por menos de R$ 5 mil – cifra equivalente a de bairros nobres da Capital como Jardins, Brooklin, Pinheiros e Perdizes. Se por um lado a valorização dos poucos terrenos disponíveis inviabiliza apartamentos a preços populares, por outro estimula e banaliza a venda de unidades de luxo por R$ 2 milhões e coberturas com vista para o mar que podem ser ocupadas por “apenas” R$ 12 milhões.
O debate sobre a forma como essa riqueza será distribuida já tomou conta da categoria petroleira. Por isso, iremos cobrar e exigir das autoridades públicas medidas que bloqueiam a elitização da cidade. Uma das alternativas para combater o avanço indiscriminado da especulação seria, por exemplo, a criação de um imposto progressivo para aqueles terrenos ociosos ou que, nem mesmo, são vendidos, justamente para inflacionar os preços do mercado imobiliário.
O fato é que é necessário estimular a discussão sobre este assunto com toda a população. Os efeitos das novas atividades petrolíferas em Santos e na Baixada Santista não podem ficar restritas às mesas de negociações dos administradores públicos. O Sindipetro-LP, desde já, faz esta cobrança.

Você já percebeu que algumas pessoas são bem-sucedidas em tudo o que fazem? Se destacam no trabalho, mantém bons relacionamentos com a família e amigos, praticam esportes e ainda conseguem cumprir outros inúmeros compromissos durante a semana sem se estressar. Embora pareça uma questão de sorte, um dos segredos para vencer na vida não tem nada a ver com o acaso, mas está diretamente associado à disciplina.

“A disciplina é uma das qualidades para a construção de uma vida que vale a pena. As pessoas de sucesso mantêm um equilíbrio entre trabalho, família, estudos e até mesmo conseguem tempo para fazer nada”, afirma o consultor de empresas Eugênio Mussak, autor de nove livros, entre eles Preciso Dizer o Que Sinto (editora Integrare). Segundo o escritor, ser disciplinado não significa ser rígido. Ao contrário do que se pensa, até para levar uma rotina com leveza é preciso disciplina. “O disciplinado é o mestre da própria vida porque ele define como seguir o seu caminho”.

Em outras palavras, a disciplina proporciona liberdade de escolha e, desse modo, permite ao homem ter o controle das suas próprias ações. Mussak, porém, alerta que não é possível estar nesse comando sem antes adquirir autoconhecimento. “Disciplina depende, acima de tudo, de se conhecer. Se você sabe das suas forças e fraquezas é mais fácil acertar nas escolhas. E a maior de todas as liberdades é saber escolher o que é certo para você.”
A psicanalista Solange Lins compartilha da mesma visão. Para ela, a disciplina é a grande propulsora de energia porque gera o autocontrole. “A pessoa ignorante de autoconhecimento é facilmente manipulável do ponto de vista das suas emoções. Enquanto aquela que se conhece, sabe discernir com propriedade o que realmente quer, precisa fazer ou deve aceitar”, afirma.

O ideal, então, segundo a especialista, é exercitar a disciplina com escolhas que agradem a si mesmo e viver o dia-a-dia sem ultrapassar os próprios limites. “Se olhássemos a vida sob a ótica da disciplina, não geraríamos gastos exacerbados, não correríamos mais que o nosso fôlego, não comeríamos tanto e não nos precipitaríamos em abrir a boca para falar coisas indevidas” diz.

Para Mussak, um dos meios de equilibrar os afazeres diários e ter mais disciplina é definir o que é importante e o que é fundamental na vida. “Para mim, trabalho é importante, mas família e saúde são fundamentais. Conhecimento técnico é importante, mas ter conhecimentos gerais é fundamental”. Neste sentido, o escritor explica que, pelo menos para ele, pequenos detalhes, como participar da evolução dos filhos e celebrar datas comemorativas, por exemplo, não podem ser subjugados em função do trabalho.

Agora, para quem acha que a disciplina é uma realidade distante, ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo. Segundo Mussak, embora em alguns casos ela seja um traço da personalidade do indivíduo, a disciplina poder ser perfeitamente desenvolvida. Isso depende da vivência e, também, do aprendizado com familiares, professores e outros líderes. No caso de quem chegou a uma fase mais madura e precisa adquirir disciplina a partir da própria experiência, o segredo é voltar-se para si. “Sem dúvida, minha principal recomendação para ter disciplina começa pela questão de aumentar o autoconhecimento e, assim, fazer as escolhas certas na vida”, conclui.






Sinopse: Em 1945, Don Corleone (Marlon Brando) é o chefe de uma mafiosa família italiana de Nova York. Ele costuma apadrinhar várias pessoas, realizando importantes favores para elas, em troca de favores futuros. Com a chegada das drogas, as famílias começam uma disputa pelo promissor mercado. Quando Corleone se recusa a facilitar a entrada dos narcóticos na cidade, não oferecendo ajuda política e policial, sua família começa a sofrer atentados para que mudem de posição. É nessa complicada época que Michael (Al Pacino), um herói de guerra nunca envolvido nos negócios da família, vê a necessidade de proteger o seu pai e tudo o que ele construiu ao longo dos anos.

O rock, sem dúvida alguma – e não há gostos ou modismos que discordem dessa tese -, foi e continua sendo o ritmo que mais e melhor assumiu a linha de frente quando o assunto são revoluções sociais.

Hoje, 13 de julho, é comemorado o Dia Mundial do Rock, data que tomou corpo e alcance mundial em 1985, quando um festival realizado simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, provou que a música tem o poder o reivindicar mudanças.

A causa da época era em favor ao povo etíope, retratado diariamente nos jornais como miseráveis. Foi então que o pelotão de combate, encabeçado por nada mais, nada menos que The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Eric Clapton e Black Sabbath, exigiu a erradicação da fome naquele país.

O nascimento

Para quem se interessa por história, este ritmo, até então uma mistura de Country e R&B (rhythm and blues), inventada e aperfeiçoada por Little Richard, Jerry Lee Lewis, Bill Haley e Chuck Berry, já havia adotado esta linha protestante na década de 1950 – com menos expressão, mas não menos importância.

O quarteto citado acima assumiu a responsabilidade de fazer com que a sociedade aceitasse a igualdade musical entre brancos e negros. Surgia um novo ritmo, uma nova ideologia, encarregada de derrubar barreiras, criar tendências. Nascia clássicos como “Maybellene” (Chuck Berry) e “Tutti Frutti” (Little Richard), muito conhecida também na voz de Elvis Presley. A-wop-bop-a-loo-wop-a-wop-bam-boom!

A popularização

Não precisou muito tempo para o mundo perceber que o Rock n’ Roll veio para ficar. A década de 1960 foi marcada, principalmente, pelo surgimento do movimento Pop, em meio ao incessante brilho da estrela de Elvis. Mas ele não estava sozinho. Uma safra incomparável de bandas surgira: Rolling Stones, Led Zeppelin, The Who, Bee Gees... Mas ninguém representou melhor este boom que os garotos de Liverpool. The Beatles é um dos mais importantes símbolos do popularismo da música. E com ela veio a admiração – que muitas vezes se confundiu com a histeria, com o fanatismo – e a vontade quase que incontrolável de usar terninho e “cabelos-tigela”.

O psicodelismo

Cores e combinações marcantes , drogas e muito, muito protesto. O rock viveu um momento importante no final dos anos 1960 com o surgimento do trio Bob Dylan, Joe Cocker e Jimi Hendrix, representantes máximos da música psicodélica. Movidos a ácido, os músicos fizeram história com riffs repletos de efeitos. Hendrix, por exemplo, cravou seu nome na história quando tocou o hino americano simulando tiros de metralhadora e bombardeio de aviões.

A vez dos metaleiros

Pegue o blues, acelere a batida e amplifique sua potência ao máximo. Essa foi a fórmula adota por lendas como Iron Maiden e Judas Priest, que trouxeram não apenas clássicos para o universo da música, mas também muita cara feia, cabelos longos e roupas pretas. As músicas dessas bandas têm como base profecias, capítulos das guerras, lendas, entre outros.

Atitude, rebeldia e anarquia



Esses são os princípios básicos do Punk, que tem como expoentes os Ramones e o Sex Pistols. Para eles, quanto maior a afronta ao mainstream, melhor. Com poucos e simples acordes, letras carregadas, cantadas em forma de gritaria, e moicanos cada vez mais vistosos, os punk rockers marcaram os anos 1970 por seu estilo peculiar de enxergar a vida.

Como tudo que é extremista, o punk não resistiu muito tempo. Chegou ao fundo do poço na década de 1980, e lá encontrou a depressão do pós-punk, impulsionado pelo surgimento do Joy Division, que mal conquistou fãs e teve de sair de cena, por conta do suicídio do vocalista Ian Curtis. É neste momento que o bastão é passado ao The Cure e companhia limitada, que abusaram no visual dark, com direito a lápis preto no olho, coturno e sobretudo.

Grunge

Outra clara resposta aos exageros, o Grunge vestiu uma camisa de flanela e saiu às ruas para mostrar suas muitas facetas. Da energia do Pearl Jam à depressão encravada nas últimas canções de Kurt Cobain, à frente do Nirvana, em meados de 1993, o estilo marcou uma geração que vislumbrou o que seria o rock moderno.

Emocore

Do submundo do rock surgiu o hardcore, um ritmo que tem como base o punk, mas em um ritmo bem mais acelerado. O derivado deste ritmo marcante chama-se emocore (emotional hardcore), que preferiu trocar as letras de protesto pelos dilemas do coração. Com o tempo, o emocore migrou para o público adolescente, cheio de incertezas e espinhas. O jeito foi colocar a franja de lado e curtir um ritmo rápido, dançante e que, muitas vezes, resume a vida da molecada. No Exterior, Fall Out Boy, Simple Plan e Paramore se destacam. No Brasil, bandas como Restart e Fresno fazem a cabeça dessa galera cheia de dúvidas e desejos.

O filme conta a história de uma inédita epidemia de cegueira, inexplicável, que se abate sobre uma cidade não identificada. Tal "cegueira branca" — assim chamada, pois as pessoas infectadas passam a ver apenas uma superfície leitosa — manifesta-se primeiramente em um homem no trânsito e, lentamente, espalha-se pelo país. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos a meros seres lutando por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. À medida que os afetados pela epidemia são colocados em quarentena e os serviços do Estado começam a falhar, a trama segue a mulher de um médico, a única pessoa que não é afetada pela doença.

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