Postado por
Diego Silva
comentários (0)
A primeira parte do filme sobre a trajetória do líder revolucionário argentino Ernesto Guevara de la Serna, mais conhecido como Che Guevara (Benicio Del Toro), tem início no ano de 1956, quando Che e exilados cubanos, como Fidel Castro (Demián Bichir), encontram-se no México, articulando resistência militar contra o governo ditador de Fulgencio Batista, em Cuba
Postado por
Diego Silva
comentários (2)
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
Postado por
Diego Silva
comentários (0)
Quando chega o Natal todos se esmeram em dar presentes para os parentes, amigos, colegas de serviço, etc. Os mais abastados preparam a ceia com os produtos típicos da época que, devido à tradição são importados e, portanto, vendidos a preços proibitivos para a população em geral.
Não interessa! Até mesmo nos lares mais humildes, a presença do Natal é sentida e comemorada de forma especial, principalmente pelas crianças, que vêem na data uma oportunidade, talvez a única, de receber um brinquedo - usado que seja – mas que para elas representaria a realização de um sonho.
Ah! Voltar no tempo, voltar à infância. Dormir, ansioso para acordar no dia seguinte diante de um presente que nos foi deixado pelo Papai Noel. Se não foi possível, a frustração do momento, dará lugar à esperança do futuro (no ano que vem, o presente virá, pois este ano Papai Noel não deve ter tido tempo...).
Mas, e o Natal? O que é o Natal?
Alguns darão um enfoque capitalista, pragmático, no qual o Natal é um período do ano em que as pessoas gastam e consomem mais, adquirindo presentes e produtos alusivos à data. Há os chamados “festeiros” ou “arroz de festa” e, para eles, é mais um motivo para comemoração.
Há também os consumistas inveterados, chamados “compulsivos”, que aproveitam “as festas” para dar vazão a sua volúpia de compras, “atacando” o comércio “a prazo” e endividando-se para o resto do ano.
Segundo os dicionaristas, NATAL é um adjetivo que diz respeito ao dia do nascimento. É também um substantivo, dia em que se comemora o nascimento de CRISTO.
Então neste Natal além de presentes caros, mesas cheias de comidas caras, farturas, pense que ainda vivemos em um mundo onde existem estatisticas assustadoras, onde 800 milhoes de pessoas vivem desnutridas, 11mil crianças morrem de fome a cada dia, um terço das crianças dos paises em desenvolvimento apresentam atraso no crecimento fisico e intelectual, e uma pesso a cada sete padecem de fome no mundo. Fonte:(http://www.pime.org.br/mundoemissao/fomesolucao.htm).
Portanto se não for ajudar essas pessoas, ao menos tenha consciência do que se passa, e a 00:00, abrace com amor, a pessoa que estiver com você, ou essas que necessitam, não custa nada, e melhor do que não fazer nada é dar ao menos um abraço sincero, para você pode não parecer nada, mas para quem recebe com certeza significa muito.
FELIZ NATAL
Portanto se não for ajudar essas pessoas, ao menos tenha consciência do que se passa, e a 00:00, abrace com amor, a pessoa que estiver com você, ou essas que necessitam, não custa nada, e melhor do que não fazer nada é dar ao menos um abraço sincero, para você pode não parecer nada, mas para quem recebe com certeza significa muito.
FELIZ NATAL
Postado por
Diego Silva
comentários (0)
Vanilla Sky e o mito da caverna de Platão - Uma Analogia
Assiti no mês passado ao filme Vanilla Sky e achei fantastico. As similaridades, a seculos atrás Platão escreveu dentro de sua obra A Republica, a alegoria o mito da caverna, e seculos depois em 1997, fomos brindados com um classico dos cinemas chamado Vanilla Sky, onde as duas obras contem caracteristicas bem semelhantes. No texto de Platão os personagens estavam presos em uma caverna, imoveis, privados do mundo em que os cercava, conseguiam ouvir apenas sussuros e sombras de relance. Certo dia um deles conseguiu escapar daquele lugar o qual estavam, e chegou ao mundo fora da escuridao da caverna. Levou um choque ao se defrontar com a nova realidade, com a luminosidade do sol, mas com o tempo foi se adaptando , e por compaixao para com seus antigos companheiros resolveu voltar a caverna contar que fora daquela escuridao existia outro mundo. Porém la chegando não deram ouvidos a ele , e ainda o chamaram de louco, pois os habitantes da caverna estavam tão enraizados aquele lugar, que não admitiam a existencia de outro mundo exterior. Optando assim por se acomodarem à sua sombra, à sua caverna, onde sempre viveram. Esta linha de pensamento está presente tanto na obra de Platão como no filme.
Isso nos induz a uma reflexão profunda da condição humana, pois o Homem é um ser prisioneiro, não do meio, mas de si mesmo. Os seus hábitos, os seus jeitos de pensar e de actuar acabam por virar rotina, aprisionando-os na sombra, no conformismo. Para se libertarem precisam aprender a desprenderem-se das futilidades e das vulgaridades da vida. É um filme, de certo modo, surreal que aconselho a assistir, a quem ainda não viu. Segue trailer do filme abaixo.
“Sem o amargo, o doce não seria tão doce”
Postado por
Diego Silva
comentários (0)
A vida é absolutamente Causa e Efeito. A energia com a qual vivemos é o combustível que aplicamos às nossas ações diárias e o preço que pagamos por elas através de nossas constantes escolhas.
O ponto mais importante e fundamental até, é termos consciência de que somos nós que criamos nossas facilidades e nossas adversidades.. O mais comum é, nas dificuldades, responsabilizarmos terceiros pela decisão que tivemos que tomar. Os terceiros podem ser pessoas, grupos ou situações, não importa se é convenção social, familiar ou religiosa. Em tudo de ruim que acontece conosco buscamos um responsável, que temos certeza que nunca somos nós.
Quando as coisas acontecem em desacordo ao que queremos ou ao que nos solicitam somos literalmente vítima de alguma circunstância.
Falhamos quando não prestamos atenção ao que executamos. Equivocamo-nos quando não avaliamos o Todo, as futuras conseqüências e erramos quando sabemos que não devemos fazer, mas insistimos e fazemos.
Assim sendo, você decidiu seguir em frente. Não foi este ou aquele te influenciou. Você fez, portanto colha. Por mais amor que o outra pessoa tenha em você, jamais poderá passar por aquilo que Você plantou e tem que colher.
Raras vezes as atitudes positivas em nossas vidas dependem da sorte. Na realidade, a sorte se dá quando oportunidade e merecimento chegam juntos e se confundem em um ato único. O mesmo vale para o azar. Azar é não prestar atenção no que se faz; é falha, equívoco, erro ou pensamos no que é melhor para nós naquele momento, esquecendo-nos das conseqüências que geramos aos outros através de nossas ações e escolhas.
Assim, acabamos entendendo quem somos efetivamente. Somos as conseqüências de nossas decisões tomadas até um segundo atrás. Logo, se pretendemos mudar, temos que analisar as escolhas atuais e tomarmos novas decisões.
Por conseguinte, sou exatamente aquilo que escolho para minha vida e os caminhos que irei trilhar, nem mais, nem menos. Tudo depende somente de mim e de minhas atitudes.
Já paguei preços muito caros pelas escolhas erradas, mas pelo menos houve escolhas e no mínimo aprendi que não devo cometer os mesmos erros, porque as conseqüências serão as mesmas ou ainda muito piores, dependendo do meu atual momento de vida.
Sandra Regina da Luz Inácio
Postado por
Diego Silva
comentários (0)
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.
Carlos Drummond de Andrade
Chat - Conheça pessoas de todo Brasil
ATENÇÃO - O Blog Memori@as não hospeda nem transmite nenhum dos videos existentes aqui, é apenas um portal indexador de videos existente na internet, apenas os organiza de forma que facilitada e categoriza os mesmos. Após procuras exaustivas na internet, As hospedagens e transmissão destes filmes e da inteira responsabilidade do sites que hospedam os videos (MEGAVIDEO E OUTROS) . O Blog Memori@as respeitará em qualquer ocasião a remoção dos filmes e videos dos autores que assim entendam.Caso seja um dos autores/detentores destes filmes e pretende que haja, a sua remoção contacte o site: www.megavideo.com.Todos os direitos reservados aos respectivos autores dos videos publicados e/ou entidades que hospedam.










